Arquivo da categoria: ARTISTAS DO VIDRO

História e exposições de artistas que usam o vidro como suporte

Parque Ecológico

Uma semana de muita surpresa e alegria!

Matar a curiosidade:

De onde vem o vidro?

Como é feito?

Sopro de vidro?

Arte em vidro?

 

Um palco itinerante leva as oficinas de vidro pelo Brasil a fora.

Nas oficinas, crianças e adultos experimentam o sopro de vidro.

A carreta palco Zero a Mil e Trezentos Graus torna mais acessível às oficinas do espaço zero.

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VIDRO NA MARÉ

 

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Durante 3 semanas no mês de Agosto, o “Zero a Mil e 300” ofereceu mais de 400 oficinas no Museu da Maré – Rio de Janeiro. Crianças e jovens descobriram o vidro, como é feito e a mágica do sopro. Adultos vislumbraram uma nova fonte de renda. Foi uma experiência e tanto!!!

Antonio Carlos Vieira – Diretor do Museu da Maré, comentou:

Estamos ainda impactados pela experiência com o vidro.  Outro dia estive no lugar mais pobre da Maré que é uma ocupação chamada Mac Laren e uma das meninas que lá moram, vive na maior pobreza, tem sete irmãos, perguntou:  “Tio, quando vai ser a exposição dos vidros, eu fiz uma jarra e quero mostrar pra minha mãe”.  Muitas vezes não temos alcance do que está sendo feito e o impacto na vida das pessoas.  Certamente essa experiência bateu forte na vida dessa menina, na sua autoestima, nas possibilidades diante da vida

Rio de Janeiro Set/2013

 

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11/09/2013 · 18:11

Mestre Marcio

Este mês o Espaço Zero presta uma homenagem especial ao Mestre Marcio.

Mestre vidreiro criado na casa e mestre de centenas de  alunos que através de suas mãos determinadas e carinhosas aprenderam  a arte mágica de soprar vidros, Marcio Faustino da Cruz completou 10 anos de  Espaço Zero. 

“É muito bom trabalhar com o Marcio. Parece que adivinhamos o que o outro pensa, vibramos juntos com o resultado final e esta saudável parceria faz o trabalho com cristal fluir deliciosamente.” afirma Elvira Schuartz

A argentina Monica Uhat se encantou com as aulas do Marcio. “Marcio é e foi pra mim um excelente vidreiro. ele me ensinou a admirar e querer a magia do vidro. A sua paciëncia e seu amor por esta arte que ele faz é infinito. Trabalhar junto com Marcio é um prazer. Obrigada por compartilhar seu ofício”.

Não é pra menos que entre os vidreiros ele é conhecido como “Menino de Ouro”.

Valeu Marcio

ImagemImagem

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Fios de Cristal

A tônica do trabalho de Elvira Schuartz sempre recai sobre os fios!

Prato Teia

Prato Teia | Espaço Zero | Elvira Schuartz

Cria de Murano, a artista aprendeu com os grandes mestres a arte da filigrana e suas variações. Esticar o cristal como uma calda de açucar é uma tecnica que ela explora em diferentes aspectos com resultados muito criativos.

Na foto, o prato Teias.

 

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Equipe Espaço Zero é homenageada pelas crianças da Escola Manacá

Ao final da oficina “Aprendiz”, Elvira Schuartz e sua equipe foram surpreendidos com um poema, recitado pelas crianças, em homenagem aos “artistas do vidro”. Confira abaixo o vídeo:

Um bom artesão tem um grande irmão, a mão

A mão que pinta o pintor pintando e ajuda o homem semeando

Um bom artesão tem uma companhia, a alegria

A alegria que um músico tem para tocar

E um pescador pescando no mar

Um bom artesão tem uma ferramenta

A paciência.

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Quatro nomes, quatro artes



Da esquerda para a direita, Leonardo Sternberg, Elvira Schuartz, Thaís Guarnieri e Pedro Sands

O Espaço Zero lançou, no último dia 7, a exposição Art Ecô, com uma coleção de jóias inusitada e eclética. O lançamento foi um sucesso, e aproveitamos para dar uma palavrinha com os quatro designers criadores das peças: Elvira Schuartz, Leonardo Sternberg, Pedro Sands e Thaís Guarnieri. Confira.

Elvira Schuartz

Há 20 anos criando arte em vidro e cristal, Elvira Schuartz sempre inovou no campo das esculturas e dos objetos de decoração. Agora, com a coleção Art Ecô, reinventa também o design de joias. A coleção não se trata apenas de aneis, brincos e pulseiras, mas também do real valor dos vidros na joalheria. “Pedras preciosas são milenares e, queiramos ou não, são o único fator de qualidade (dispenso comentários sobre acrílicos e sintéticos) a imprimir cor às joias. Os vidros que apareceram até hoje na joalheria não passaram de imitações baratas de pedras preciosas”, afirma a artista. As peças criadas manualmente por ela vão muito além das possibilidades oferecidas pelas pedras, pois trazem recursos que só o cristal permite, misturando seu brilho inigualável a tonalidades e nuances de cores.

http://www.espacozero.com.br

Leonardo Sternberg

Engenheiro de produção com especialização em administração de empresas e planejamento tributário. Esse era Leonardo Sternberg até 2007, ano em que mudou radicalmente e se tornou designer de joias. “Aconteceu por acaso: minha filha contratou uma designer para fazer as joias que usaria em seu casamento e dei uns palpites nos desenhos”, conta. A designer era ninguém menos que Solange Schnapp, com quem Leonardo fez uma exposição pouco tempo depois. “Desde então, procuro novas formas. Por exemplo, criei uma série de alianças que, quando compostas, se tornam peças totalmente diferentes”, conta o designer. Com Elvira Schuartz, começou a trabalhar em 2009. “O cristal e o vidro estão totalmente integrados às minhas joias. Eles dão um efeito de cor que não consigo com as pedras.”

Contato: leonardo@sternberg.com.br

Pedro Sands

O norte-americano Pedro Sands trabalha com sopro em vidro há mais de dez anos e tem um estúdio no Kansas. Foi por meio da namorada brasileira, a artista plástica Yasmim Flores, que conheceu o Espaço Zero e Elvira Schuartz. Atualmente em curta temporada no Brasil, expõe algumas peças de seu trabalho na exposição Art Ecô.  “Através do vidro, descobri a arte. Sinto-me como se tivesse nascido de novo”, afirma. “Faço joias, vasos e outras peças, mas tenho focado meu trabalho na abstração.”

Contato: psssands@hotmail.com

Thaís Guarnieri

A jovem designer se apaixonou pela arte da filigrana em viagem à América do Sul, onde se aprofundou na técnica durante um ano e meio. Em 2009, menos de dois anos após a volta ao Brasil, foi convidada pela gemóloga Mariana Magtaz para participar da feira de design International Expositions of Sculpture Objects and Functional Art (SOFA), realizada em abril em Nova York. “Como a feira é bastante conceitual, quis fazer algo diferente. Já conhecia o trabalho da Elvira e propus a ela que criássemos esculturas que misturassem filigrana e cristal”, lembra. Foi daí que surgiu a série de “joias para não vestir” intitulada Jardim, atualmente exposta no Espaço Zero. “A exposição Art Ecô está sendo uma ótima oportunidade de mostrar essas peças no Brasil”, diz Thaís.

http://www.thaisguarnieri.com.br

*Por Ponto & Vírgula Comunicação

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TIFFANY PARA POUCOS

TIFFANY PARA POUCOS

 

Vase, Green Overlay on Yellow Cameo

 

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Mostra expõe vidros Favrille de Louis Confort Tiffany

Para quem aprecia o estilo Art Nouveau, e mais especificamente a obra de Tiffany, vale a pena percorrer os 400 km que separam o condado de Elmira da cidade de Nova York e ver a exposição de arte em vidro que o Corning Museum de Nova York mantém até 31 de outubro de 2010: Favrile Glass From Special Collections.

A exposição reúne uma seleção de objetos em vidro soprado, produzidos entre 1895 e 1920 em seu Studio em Corona – Nova York. O nome “Favrile” vem do inglês antigo “Fabrile”, que significa feito a mão. A técnica utilizada por Tiffany resultou nos famosos vidros iridiscentes, que inspirou vários artistas de sua época, como Gallé, Daum, Argy-Rousseau e outros.

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Pai notável, filho notável

Tiffany é um nome que se tornou lendário nos Estados Unidos. Está ligado ao glamour da virada do século e permanece nas prateleiras do luxo até os dias de hoje.

Primeiro, o pai,  Charles Lewis Tiffany, joalheiro notável, proprietário da famosa Tiffany & Co de Nova York, imortalizada por Truman Capote em seu romance Breakfast at Tiffany’s (Bonequinha de Luxo). Depois, Louis Confort Tiffany, o filho, um dos maiores expoentes da arte americana, criador das clássicas Tiffany Lamp, do Stained Glass e do Favrile Glass.

Mas o jovem Louis, embora nascido com uma colher de ouro na boca, não quis aderir aos negócios da família. Só era capaz de idealizar para si próprio uma vida de artista,  livre dos princípios mercantilistas do pai. Chegou a estudar pintura, acreditava ser ungido de inspiração divina, mas a alma inquieta não encontrou abrigo na “pequena” América. Precisava buscar o mundo! França, Espanha, Marrocos, Argélia, Egito, Palestina…

Na Europa, encontrou os artistas altamente sensibilizados pela arte do Japão, voltada para a natureza, com temas florais e formas orgânicas. No Oriente Médio, a presença marcante dos dourados, os brilhos iridescentes dos vidros romanos e sírios, e os mosaicos bizantinos.

Mas o que o Louis Confort guardou de tudo que viu foram os vitrais das catedrais góticas. As cores, a transparência… O espírito do pintor aflorava agora em contornos de chumbo sobre vidros coloridos. No entanto, as cores que ele buscava não eram aquelas: ele precisaria fazê-las, e fazê-las em forma de arte decorativa. E fez! Sua vocação não era a joalheria, mas a arte decorativa.

 

 

  • Fotos e referências

http://www.cmog.org/dynamic.aspx?id=10718

http://www.cmog.org/dynamic.aspx?id=10609

  • Sobre o artista Louis Confort Tiffany

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